Reforma

sábado, 14 de fevereiro de 2009


Quando pensamos em reformas logo nos vem à mente construções, melhorias em algo com o objetivo de tornar o quê quer que seja melhor, mais acessível, mais bonito ou apenas fazer com que dure mais tempo.

Numa reforma lingüística o objetivo, obviamente, condiz com este contexto, porém, quando esta reforma se torna irrelevante frente aos motivos incongruentes pelos quais ela foi feita, por que devemos aceitá-la?


Afirmações minhas quanto à reforma da língua portuguesa:

- Não melhorou, pelo contrário. Não ficou mais fácil. A acessibilidade continua complicada para os habitantes de outras nações. Não ficou mais bonito. A durabilidade pode ser adquirida através do desenvolvimento intelectual da população, adaptando esta a uma série de regras aceitas como necessárias, não adaptando a língua à preguiça dos que a usam. Não há uma língua completamente certa, mas não devemos piorar a que temos para torná-la mais compreensível. Isto é uma regressão. Particularmente sou contra à reforma e não a seguirei, deixo claro.

J.C.


1 comentários:

Diana Taschetto disse...

Não sei mexer direito em blogs e talz, não posso ser perfeita em TUDO também né; também não posso ler todos os textos neste momento (tenho que ganhar o pão de cada dia) e apesar de eu estar magoada por tu ter me ignorado que papo é esse de agatha christie e escritor hein que eu tô por fora? *.*

"A opinião dos demais em relação a mim não é pior que a minha opinião em relação aos demais."

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