terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Sendo questionado pelo Orkut sobre quem sou, respondi:
Perante a sociedade e a República Federativa do Brasil, sou apenas mais uma pessoa que é nomenclaturada da maneira acima no Registro Geral da nação. Porém, se se refere a mim perante o universo e tudo que há dentro e fora dele, a resposta é óbvia e frustrante. Eis: não sei. Caso queira saber o que sou, a resposta correta seria: um ser, que além do superficial, não sabe o que é, e neste, sabe que é composto essencialmente de matéria, isso se falarmos em relação ao planeta e às circunstâncias cujas às quais fui e sou submetido. Mas deixemos a explicação técnica de lado (só desta vez). Sendo assim, a resposta é simplória ao extremo, mas não se trata de quem sou, e sim do quê sou. Eis: louco. Louco sim, insano não.
A loucura é uma dádiva para quem não se considera parte do todo, para quem não entende ou não consegue aceitar o que o todo faz. Talvez normal eu seja, porém, se assim fosse, os “normais” é que seriam loucos.
J.C.

















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