O EcoChato
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Reconhecimento – Parte 1
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
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Momentos
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Hoje, tarde da noite só se ouve pensamentos, idéias e sorrisos mudos, nenhum pensamento referente a quem fora feito é comentado, refutado ou concordado. Mesmo quem poderia responder está preso nas garras dos conceitos sociais de falsa-moral.
Tarde da noite as notas do violão tornavam-se plano de fundo de risadas audíveis no sono de outros que estavam de fora até de si mesmos, de suas vidas, mas que ouviam as vidas alheiras, as nossas, os “estranhos”. Os ônibus que passavam ou que por nós eram freqüentados, paródias ao ar com sentido intrínseco, todavia só nosso, incompreensível a quem mais ouvia/lia ou lê. Sonhos, dúvidas, motivações compartilhadas. Horizontes desvendados, limites físicos e mentais ultrapassados. Frustrações. Descobertas. Melodias, noites e dias, barulho, silencio, um sorriso irônico ou gargalhante, momentos de crescimento. Diversos modos, mil ocorrências, nenhuma banalização por merecimento e respeito por estes conquistado.
O tempo passa, a vida se torna cada vez mais enigmática doravante a aquisição de informações que a faz mais clara (não menos difícil). A complexidade das circunstâncias uni e afasta pelo objetivo comum, seja hedônico pelas risadas invés do choro, seja pelo enfrentamento das “verdades”, choro invés do auto-engano. Cresci, cresço e devo por isso. Há mérito, mas felizmente construído com compartilhamento. Sou grato!
Crescer não é “adultecer”, continuo achando chato, mas sim melhorar neste caso. Os sons que me moviam agora o fazem junto dos que movem meus companheiros existenciais com eficácia outrora erroneamente ignorada por mim. “Eu não vim até aqui pra desistir agora...” “O que é o homem? O que ele tem se não a si mesmo?” Evoluir, conhecer sorrir e aprender.
Não quero voltar, mas não os quero longe, meus queridos amigos. Sinto-os comigo temendo que não me sintam aí ao lado de vós, meus irmãos. O mundo é grande, mas somos muito pequenos;
Quero agir, quero atingir os limites da existência. Quero vocês comigo.
Amo sob padrões racionais quem está longe e quem está aqui comigo. construo minha justificação existencial com todos estes, insatisfeito sempre, incapaz de me auto-enganar propositalmente, irritado pela prostituição-assexuada inevitável no mundo dos que não pensam antes de agir, mas os amo. Não preciso de esforços para isto e eis que a racionalidade no amor se apresenta, já que aqui está a demonstração de que o amor, aquele afeto construtivo, está depositado na relevância, no quanto cada ser é relevante para o outro quando se fala de VIVER.
Vivamos, meus fieis companheiros. Sabiamente!
J.C.
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Submissos
domingo, 17 de outubro de 2010
J.C.
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O que DEVO fazer
domingo, 12 de setembro de 2010
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Em um mundo de fantasias
domingo, 4 de julho de 2010
Em um mundo de fantasias, de palavras emitidas mesmo sem conter conteúdo, sob as trevas da imposição de viver situações fora de controle pela falta de capacidade de auto-conhecer-se de cada ser, desconhecimento que gera sua submissão ao âmbito criado pelas ações conjuntas dos seres interantes e sociais. Tendem, os humanos, a subjugar suas vidas, entender a vida como menos importante do que realmente é, torná-la uma passagem de tempo rumo ao desconhecido ignorado que mesmo assim assola os momentos de mínima racionalidade comuns a todos quando as falhas dos eufemismos vem à tona, tornando o ser dependente de uma resposta que não tem compromisso com a verdade, mas somente com seu bem estar de acomodado na base dos finos pelos do coelho¹. Como SER? Como existir? Em um mundo de fantasias...?Postado por Jefferson Cristian Machado; às 21:18:00 0 comentários Links para esta postagem
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Ser/Mentira
sexta-feira, 30 de abril de 2010
por natureza, conhecer".
Aristóteles
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Feliz dia da hipocrisia - Parte 3
quarta-feira, 10 de março de 2010
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Cotidianos
terça-feira, 2 de março de 2010
Não há condições de negar a insatisfação
pela má companhia,
pelo mau uso do tempo,
pela falta de objetivo,
pela incoerência
e toda futilidade
seja em conversas propostas
ou ações descabidas.
Ignorar a dor da estagnação é se estagnar,
é viver de forma falaciosa,
é o mesmo que morrer.
Não há sentido manter viva uma forma de interação ríspida
pela competição natural,
porém irracional,
e hipocritamente negada por base no afago
e educação
forçados por um igualmente hipócrita sentimento de unidade
que tem por objetivo a imagem
e o conceito
de tal forma de ser
nos demais.
Pra que fingir,
mentir
ou nos contrair?
Se for gostar,
amar
que seja racionalmente,
do contrário
de todo modo
é uma agressão à vida,
a mente.
Cansa!
"Não amo menos o ser humano: só amo mais a natureza. "
Byron
J.C.
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Onde eu devo estar agora?
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Onde devo estar agora? Sem dúvidas eu deveria estar sentenciando minha morte gradual. Sem dúvidas! Sentenciar-me como existente? Ah, seria tão insano! Tenho que me curvar ao desfile, a reverência expõe o respeito ao nada. Minha cama não tem vida, nem as pernas da cadeira na qual sento têm. Tudo está morto, distante, encontram-se em outros mundos onde eu não posso chegar. A Lua vem e vai pelo céu como quem corre atrás do Sol e nunca encontra o seu objetivo. Volto-me novamente para a linha do horizonte, vejo, não acredito, mas é, sem dúvidas, a verdade. As pessoas vêm e vão e as semelhanças não param por aí.
O espelho inicialmente me condena, torna-me tudo que luta por tudo que não é nada e que, por conseqüência, não é nada.
Onde devo estar agora? Meu cubo mágico feito de pedra onde a morte é o único avanço paulatino diário procedido e que devo esconder de todos, é óbvio. Minha televisão grita acomodada e sem parecer ter rancor de si mesma vive sua motivação fabricada enquanto nos fabrica.
Onde devo estar agora?
J.C.
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